Micron anunciou que assinou 16 acordos de clientes estratégicos (SCAs), 14 dos quais valem cerca de $100 bilhões em receita mínima cumulativa, e espera receber depósitos em dinheiro e outros comprometimentos no valor de $22 bilhões nos termos de acordo restantes. Os contratos são assinados com um prazo de cinco anos (exceto LTAs automotivos com prazos de três anos), correndo de 2026 através de 2030, e representam aproximadamente 20% do volume DRAM da Micron e 33% do volume NAND da empresa através de 2030.
Micron afirma ter assinado acordos com quatro 'clientes muito grandes' e três 'clientes de tamanho médio,' marcando uma mudança significativa em seu modelo—historicamente a empresa apenas bloqueava LTAs com jogadores principais selecionados como Apple e NVIDIA. Sanjay Mehrotra, CEO da Micron, afirmou: 'Mesmo enquanto esperamos que o suprimento da indústria melhore gradualmente em 2028, atualmente não temos visão de quando o suprimento de memória será capaz de acompanhar a demanda crescente.'
Para arquitetos, isso sinaliza pressão de suprimento sustentado e custos crescentes de memória através de 2027-2028. Os $22 bilhões em depósitos representam convicção dos clientes de que o suprimento permanecerá escasso, e o bloqueio a longo prazo impede pressão de preços para baixo mesmo conforme a utilização flutua, ancorando custos de infraestrutura.