O Primeiro-Ministro Narendra Modi anunciou em seu discurso do Dia da Independência que a Índia operacionalizará 5–8 novas plantas de fabricação de semicondutores nos próximos 7–8 anos, com 3 plantas já exportando chips. Separadamente, Modi se comprometeu a operacionalizar cinco novos reatores nucleares até 2033, aproximando a Índia de sua meta de capacidade nuclear de 100 GW até 2047. O programa Semicon 2.0 de ₹1,27 lakh crore (~US$ 15 bilhões) aprovado em julho cobre desenvolvimento de ecossistema completo: design de fábrica, design de chip, embalagem, materiais e talento.
A Índia dominou a tecnologia de reatores rápidos este ano, um marco que Modi destacou para autossuficiência de combustível. Capacidade nuclear e produção doméstica de chips estão explicitamente vinculadas na estratégia de Modi: crescimento em hiperescala de data centres (Microsoft, AWS, Google se comprometendo coletivamente com >US$ 50 bilhões na Índia) requer energia de carga base estável. O governo também começou a desmantelar monopólios estatais de décadas, permitindo que empresas privadas entrem em projetos nucleares pela primeira vez. Parcerias de minerais críticos e eletricidade segura estão posicionadas como interdependentes.
Para profissionais, o impulso de dupla via da Índia—acelerando a produção doméstica de semicondutores enquanto expande a carga base nuclear—aborda diretamente o gargalo de capex para infraestrutura de nuvem. O foco do programa Semicon 2.0 em integração design-embalagem sinaliza o objetivo da Índia de avançar na cadeia de valor além de montagem. Capacidade nuclear + footprint de fábrica + investimento de tecnologia estrangeira poderiam posicionar a Índia como um hub de manufatura alternativo credível fora do duopólio TSMC-Samsung até 2035.